Curiosidades sobre a história do café
1. O primeiro café público na Inglaterra surgiu em 1650. Desde então, as casas de cafés eram freqüentadas assiduamente por homens profissionais como médicos, físicos, artistas, matemáticos, filósofos, conservadores e revolucionários... Em 1674, as mulheres de Londres publicaram um documento contra o café, alegando que os homens preferiam ficar se divertindo nas cafeterias a ficar em casa cumprindo seus deveres.
2. Em 1475, foi promulgada uma lei árabe permitindo à mulher pedir o divórcio, se o marido fosse incapaz de lhe prover uma quantidade diária da bebida.
3. A Floresta da Tijuca, bem como o complexo formado pelo Morro da Urca e do Pão de Açúcar, já abrigaram extensos cafezais durante o século XIX. Um militar, comandando um pequeno grupo de escravos, foi incumbido de repovoar com espécies nativas toda a região, seguindo a orientação de Dom Pedro II. Este temia que o desmatamento acarretasse o desabastecimento de água potável para o Rio de Janeiro.
4. O historiador Afonso de Taunay é o autor da maior obra sobre um único tema: História do Café no Brasil – com 15 volumes e 6.650 páginas.
5. Alberto Santos Dumont era filho de um grande cafeicultor da região de Ribeirão Preto, estado de São Paulo. Dizem que Santos Dumont descobriu sua vocação para mecânica enquanto brincava de montar e desmontar a máquina de beneficiamento de café.
6. Com a “Crise de 29”, milhões de sacas de café estocadas foram queimadas e milhões de pés de café foram erradicados no Brasil, na tentativa de estancar a queda contínua de preços provocada pelos excedentes de produção.
7. O Brasil é o maior produtor e o segundo maior consumidor de café do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
8. Os primeiros expressos em Portugal foram vendidos no café A Brasileira, em Lisboa. Muitos clientes acharam o gosto do produto um tanto amargo. Para contornar o problema, a direção da cafeteria criou um slogan para atrair os clientes: Beba Isso Com Açúcar. A campanha deu certo e a frase ficou tão marcada que o uso das iniciais de cada palavra - bica - passou a ser sinônimo de cafezinho no país.
9. O café coado é o mais consumido no Brasil (93%), seguido do instantâneo (15%), do cappuccino (11%) e do expresso (8%).
10. Em 24 de maio é comemorado o Dia do Café.
11.A designação "espresso" com ‘s' é a usualmente correta, pois significa café retirado sob pressão, diferente do "expresso" com ‘x', que significa rapidez no preparo. O nome “espresso” surgiu na Itália, onde o processo foi popularizado em 1946, quando o seu inventor, Achille Gaggia, começou a vender máquinas de café sob pressão.
fonte
2. Em 1475, foi promulgada uma lei árabe permitindo à mulher pedir o divórcio, se o marido fosse incapaz de lhe prover uma quantidade diária da bebida.
3. A Floresta da Tijuca, bem como o complexo formado pelo Morro da Urca e do Pão de Açúcar, já abrigaram extensos cafezais durante o século XIX. Um militar, comandando um pequeno grupo de escravos, foi incumbido de repovoar com espécies nativas toda a região, seguindo a orientação de Dom Pedro II. Este temia que o desmatamento acarretasse o desabastecimento de água potável para o Rio de Janeiro.
4. O historiador Afonso de Taunay é o autor da maior obra sobre um único tema: História do Café no Brasil – com 15 volumes e 6.650 páginas.
5. Alberto Santos Dumont era filho de um grande cafeicultor da região de Ribeirão Preto, estado de São Paulo. Dizem que Santos Dumont descobriu sua vocação para mecânica enquanto brincava de montar e desmontar a máquina de beneficiamento de café.
6. Com a “Crise de 29”, milhões de sacas de café estocadas foram queimadas e milhões de pés de café foram erradicados no Brasil, na tentativa de estancar a queda contínua de preços provocada pelos excedentes de produção.
7. O Brasil é o maior produtor e o segundo maior consumidor de café do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
8. Os primeiros expressos em Portugal foram vendidos no café A Brasileira, em Lisboa. Muitos clientes acharam o gosto do produto um tanto amargo. Para contornar o problema, a direção da cafeteria criou um slogan para atrair os clientes: Beba Isso Com Açúcar. A campanha deu certo e a frase ficou tão marcada que o uso das iniciais de cada palavra - bica - passou a ser sinônimo de cafezinho no país.
9. O café coado é o mais consumido no Brasil (93%), seguido do instantâneo (15%), do cappuccino (11%) e do expresso (8%).
10. Em 24 de maio é comemorado o Dia do Café.
11.A designação "espresso" com ‘s' é a usualmente correta, pois significa café retirado sob pressão, diferente do "expresso" com ‘x', que significa rapidez no preparo. O nome “espresso” surgiu na Itália, onde o processo foi popularizado em 1946, quando o seu inventor, Achille Gaggia, começou a vender máquinas de café sob pressão.
fonte
Dicas para um cafe perfeito
Veja algumas dicas boas de como preparar seu café do jeito certo
* os grãos não devem ser preferencialmente moídos na hora, com grãos que foram torrados há uma hora, não ultrapassando uma semana no máximo;
* a estocagem dos grãos deve ser feita em recipientes que proporcionam vedação total;
* use água fresca, não estocada, se estiver tirando da torneira, deixe escorrer por alguns segundos;
* ao aquecer a água, não deixe chegar ao ponto de fervura, apagando o fogo momentos antes da ebulição. Nunca coloque água fervendo sobre o pó de café;
* aquecer a xícara antes de colocar o café;fonte
* os grãos não devem ser preferencialmente moídos na hora, com grãos que foram torrados há uma hora, não ultrapassando uma semana no máximo;
* a estocagem dos grãos deve ser feita em recipientes que proporcionam vedação total;
* use água fresca, não estocada, se estiver tirando da torneira, deixe escorrer por alguns segundos;
* ao aquecer a água, não deixe chegar ao ponto de fervura, apagando o fogo momentos antes da ebulição. Nunca coloque água fervendo sobre o pó de café;
* aquecer a xícara antes de colocar o café;fonte
Cultivo do Café Robusta em Rondônia
O Brasil é o principal produtor e o maior exportador mundial de café, sendo que na safra 2000/2001, registrou-se uma produção de 31.100.000 sacas e um volume de exportação de 19.211.601 sacas. Naquela safra, a espécie Coffea canephora respondeu por 20,5 % da produção brasileira de café e o volume de exportação foi de 474.469 sacas. A previsão é que na safra 2001/2002, o percentual de café robusta na produção brasileira de café seja de 29,4%.
Os principais Estados produtores são Espírito Santo, Rondônia e Bahia (ANUÁRIO, 2002). Rondônia é o maior produtor da região amazônica, com uma produção estimada de 2.100.000 de sacas, para a safra 2001/2002.
O café é a cultura perene mais difundida no Estado de Rondônia, compondo uma das principais fontes de renda de inúmeras famílias da zona rural. De modo geral, o cultivo do café robusta em Rondônia é feito em pequenas glebas, com baixo nível tecnológico e grande aproveitamento de mão de obra familiar. Cerca de 90 % da área cafeeira é plantada com a espécie robusta, sendo a cultivar conilon utilizada em aproximadamente 95 % das propriedades. fonte
Os principais Estados produtores são Espírito Santo, Rondônia e Bahia (ANUÁRIO, 2002). Rondônia é o maior produtor da região amazônica, com uma produção estimada de 2.100.000 de sacas, para a safra 2001/2002.
O café é a cultura perene mais difundida no Estado de Rondônia, compondo uma das principais fontes de renda de inúmeras famílias da zona rural. De modo geral, o cultivo do café robusta em Rondônia é feito em pequenas glebas, com baixo nível tecnológico e grande aproveitamento de mão de obra familiar. Cerca de 90 % da área cafeeira é plantada com a espécie robusta, sendo a cultivar conilon utilizada em aproximadamente 95 % das propriedades. fonte
Cafe Previne Cancer
Café e Câncer
O café possui substâncias anticancerígenas como polifenóis antioxidantes e o cafestol
Contrariando o que se pensava no passado de que o café poderia causar câncer, pesquisas modernas sugerem que o consumo moderado e regular de café podem até prevenir alguns tipos de câncer ( cólon, próstata). Devido ao grande consumo de bebidas com cafeína e à ocorrência crescente de alguns tipos de câncer, chegou-se a pensar no passado que essa substância pudesse ser incluída na lista de produtos cancerígenos. Na década passada, a cafeína foi vinculada a uma maior ocorrência de câncer das vias urinárias inferiores, como câncer renal ou da bexiga. Outros estudos levantaram a suspeita de que o consumo de bebidas com cafeína poderia ser responsável pelo aparecimento do câncer de pâncreas. Entretanto, foi confirmado mais tarde que todos os estudos incriminadores da cafeína eram inadequados, incompletos e insatisfatórios, não sendo possível, na atualidade, atribuir relação alguma entre a ocorrência de qualquer tipo de câncer e a ingestão de bebidas que contém cafeína, devido à realização recente de estudos mais criteriosos, onde foram evidenciados a total segurança e ausência de riscos para o consumidor de cafeína e um possível temor de desenvolver qualquer tipo de câncer. Uma extensa revisão da literatura permite afirmar de forma definitiva que NÃO existem bases científicas para associar o consumo de cafeína com a doença fibrocística da mama, apesar da ignorância de muitas pessoas ainda aceitarem este equívoco como verdadeiro. Modernos estudos epidemiológicos sugerem que o consumo moderado e regular de café possa atuar na prevenção do câncer de cólon e próstata.
Fonte: www.cafeesaude.com.br
O café possui substâncias anticancerígenas como polifenóis antioxidantes e o cafestol
Contrariando o que se pensava no passado de que o café poderia causar câncer, pesquisas modernas sugerem que o consumo moderado e regular de café podem até prevenir alguns tipos de câncer ( cólon, próstata). Devido ao grande consumo de bebidas com cafeína e à ocorrência crescente de alguns tipos de câncer, chegou-se a pensar no passado que essa substância pudesse ser incluída na lista de produtos cancerígenos. Na década passada, a cafeína foi vinculada a uma maior ocorrência de câncer das vias urinárias inferiores, como câncer renal ou da bexiga. Outros estudos levantaram a suspeita de que o consumo de bebidas com cafeína poderia ser responsável pelo aparecimento do câncer de pâncreas. Entretanto, foi confirmado mais tarde que todos os estudos incriminadores da cafeína eram inadequados, incompletos e insatisfatórios, não sendo possível, na atualidade, atribuir relação alguma entre a ocorrência de qualquer tipo de câncer e a ingestão de bebidas que contém cafeína, devido à realização recente de estudos mais criteriosos, onde foram evidenciados a total segurança e ausência de riscos para o consumidor de cafeína e um possível temor de desenvolver qualquer tipo de câncer. Uma extensa revisão da literatura permite afirmar de forma definitiva que NÃO existem bases científicas para associar o consumo de cafeína com a doença fibrocística da mama, apesar da ignorância de muitas pessoas ainda aceitarem este equívoco como verdadeiro. Modernos estudos epidemiológicos sugerem que o consumo moderado e regular de café possa atuar na prevenção do câncer de cólon e próstata.
Fonte: www.cafeesaude.com.br
Benefícios do Café para a Saúde
ESTUDOS OBSERVAM BENEFÍCIOS DO CAFÉ PARA A SAÚDE
O café geralmente não é tido como um alimento saudável, mas diversos estudos realizados recentemente sugerem que ele pode ser uma bebida altamente benéfica. Pesquisadores apuraram fortes evidências de que o café reduz o risco de diversos males, como a diabetes, doença cardíaca e a cirrose do fígado.
Entre elas está uma análise sistemática publicada no The Journal of the American Medical Association, que concluiu que aquele habitual cafezinho era apropriadamente associado a um menor risco do desenvolvimento da diabetes tipo 2. Exatamente pelo que ele não é conhecido. Mas os autores das pesquisas deram diversas explicações.
O café contém anti-oxidantes que ajudam a controlar o dano causado às células que podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Ele é também uma fonte de ácido clorogênico, que em experiências com animais tem se mostrado um redutor das concentrações de glicose. A cafeína, talvez o componente mais famoso do café, parece ter pouco a ver com tudo isso: estudos realizados com café sem a substância observaram o mesmo grau de probabilidade de redução.
Quantidades maiores de café parecem ser especialmente úteis na prevenção da diabetes. Em nota que reúne dados estatísticos de muitos estudos, pesquisadores apuraram que pessoas que bebiam de 4 a 6 xícaras de café por dia tinham 28% a menos de chances de desenvolver a doença, comparado com aquelas que bebiam 2 ou menos. Quem bebia mais de 6 xícaras tinham uma redução de risco em 35%.
Alguns estudos mostram que o risco cardiovascular também diminui com o consumo de café. Usando dados sobre mais de 27 mil mulheres, com idades entre 55 e 69 anos no Estudo da Saúde da Mulher de Iowa e acompanhadas durante 15 anos, pesquisadores noruegueses descobriram que as mulheres que bebiam de 1 a 3 xícaras de café ao dia reduziam o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares em 24% em relação àquelas que não bebiam café.
Mas à medida que a quantidade crescia, o benefício decrescia. Com mais de 6 xícaras ao dia, o risco não era reduzido de forma significativa. Ainda sim, depois de um filtro de controle por idade, fumo e consumo de álcool, as mulheres que bebiam de 1 a 5 xícaras de café ao dia - com ou sem cafeína - reduziram o risco de morte por qualquer uma das causas em 15% a 19% durante o estudo, comparado àquelas que não consumiam qualquer porção da bebida.
As descobertas, que foram publicadas na edição de maio do The American Journal of Clinical Nutrition, sugerem que anti-oxidantes no café podem abrandar inflamações, reduzindo o risco de distúrbios relacionados a elas, como a doença cardiovascular. Diversos componentes no café podem contribuir com seu potencial anti-oxidante, inclusive o fenol, componentes voláteis de aroma e oxazolas, que são eficientemente absorvidos.
Em outra análise, publicada em julho no mesmo periódico, pesquisadores apuraram que uma típica porção de café contém mais anti-oxidantes do que um copo de suco de uva, de arando, de framboesa ou de laranja.
As mesmas propriedades anti-inflamatórias podem explicar por que o café parece diminuir o risco da cirrose relacionada ao álcool e do câncer no fígado. Este efeito foi observado pela primeira vez em 1992. Estudos recentes, publicados em junho na The Archieves of Internal Medicine, confirmaram a descoberta.
Ainda sim, alguns especialistas acreditam que beber café, e particularmente o consumo de cafeína, pode resultar em conseqüências negativas para a saúde. Um estudo publicado em janeiro no The Journal of the American College of Cardiology, por exemplo, sugere que a quantidade de cafeína em 2 xícaras de café diminuía significativamente o fluxo de sangue para o coração, principalmente durante exercícios em altitudes elevadas.
Rob van Dam, cientista da Harvard e principal autor da análise do The Jornal of the American Associaton, admitiu que a cafeína pudesse aumentar a pressão sangüínea e elevar sutilmente os níveis de do aminoácido homocisteína, podendo elevar o risco de doenças cardíacas. "Eu não recomendaria às pessoas aumentar o consumo de café a fim de evitar o risco da doença", disse Dam, "mas a evidência é que para a maior parte das pessoas sem condições específicas, o café não prejudica a saúde. Se as pessoas apreciam a bebida, é confortante saber que não precisam ter medo dos efeitos negativos sobre a saúde".
Fonte: sindicafesp.com.br
O café geralmente não é tido como um alimento saudável, mas diversos estudos realizados recentemente sugerem que ele pode ser uma bebida altamente benéfica. Pesquisadores apuraram fortes evidências de que o café reduz o risco de diversos males, como a diabetes, doença cardíaca e a cirrose do fígado.
Entre elas está uma análise sistemática publicada no The Journal of the American Medical Association, que concluiu que aquele habitual cafezinho era apropriadamente associado a um menor risco do desenvolvimento da diabetes tipo 2. Exatamente pelo que ele não é conhecido. Mas os autores das pesquisas deram diversas explicações.
O café contém anti-oxidantes que ajudam a controlar o dano causado às células que podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Ele é também uma fonte de ácido clorogênico, que em experiências com animais tem se mostrado um redutor das concentrações de glicose. A cafeína, talvez o componente mais famoso do café, parece ter pouco a ver com tudo isso: estudos realizados com café sem a substância observaram o mesmo grau de probabilidade de redução.
Quantidades maiores de café parecem ser especialmente úteis na prevenção da diabetes. Em nota que reúne dados estatísticos de muitos estudos, pesquisadores apuraram que pessoas que bebiam de 4 a 6 xícaras de café por dia tinham 28% a menos de chances de desenvolver a doença, comparado com aquelas que bebiam 2 ou menos. Quem bebia mais de 6 xícaras tinham uma redução de risco em 35%.
Alguns estudos mostram que o risco cardiovascular também diminui com o consumo de café. Usando dados sobre mais de 27 mil mulheres, com idades entre 55 e 69 anos no Estudo da Saúde da Mulher de Iowa e acompanhadas durante 15 anos, pesquisadores noruegueses descobriram que as mulheres que bebiam de 1 a 3 xícaras de café ao dia reduziam o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares em 24% em relação àquelas que não bebiam café.
Mas à medida que a quantidade crescia, o benefício decrescia. Com mais de 6 xícaras ao dia, o risco não era reduzido de forma significativa. Ainda sim, depois de um filtro de controle por idade, fumo e consumo de álcool, as mulheres que bebiam de 1 a 5 xícaras de café ao dia - com ou sem cafeína - reduziram o risco de morte por qualquer uma das causas em 15% a 19% durante o estudo, comparado àquelas que não consumiam qualquer porção da bebida.
As descobertas, que foram publicadas na edição de maio do The American Journal of Clinical Nutrition, sugerem que anti-oxidantes no café podem abrandar inflamações, reduzindo o risco de distúrbios relacionados a elas, como a doença cardiovascular. Diversos componentes no café podem contribuir com seu potencial anti-oxidante, inclusive o fenol, componentes voláteis de aroma e oxazolas, que são eficientemente absorvidos.
Em outra análise, publicada em julho no mesmo periódico, pesquisadores apuraram que uma típica porção de café contém mais anti-oxidantes do que um copo de suco de uva, de arando, de framboesa ou de laranja.
As mesmas propriedades anti-inflamatórias podem explicar por que o café parece diminuir o risco da cirrose relacionada ao álcool e do câncer no fígado. Este efeito foi observado pela primeira vez em 1992. Estudos recentes, publicados em junho na The Archieves of Internal Medicine, confirmaram a descoberta.
Ainda sim, alguns especialistas acreditam que beber café, e particularmente o consumo de cafeína, pode resultar em conseqüências negativas para a saúde. Um estudo publicado em janeiro no The Journal of the American College of Cardiology, por exemplo, sugere que a quantidade de cafeína em 2 xícaras de café diminuía significativamente o fluxo de sangue para o coração, principalmente durante exercícios em altitudes elevadas.
Rob van Dam, cientista da Harvard e principal autor da análise do The Jornal of the American Associaton, admitiu que a cafeína pudesse aumentar a pressão sangüínea e elevar sutilmente os níveis de do aminoácido homocisteína, podendo elevar o risco de doenças cardíacas. "Eu não recomendaria às pessoas aumentar o consumo de café a fim de evitar o risco da doença", disse Dam, "mas a evidência é que para a maior parte das pessoas sem condições específicas, o café não prejudica a saúde. Se as pessoas apreciam a bebida, é confortante saber que não precisam ter medo dos efeitos negativos sobre a saúde".
Fonte: sindicafesp.com.br
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Guia do Barista
GUIA DO BARISTA - LIVRO QUE REVELA SEGREDOS DO CAFÉ
Profissão surgida na Itália e introduzida no Brasil há pouco mais de seis anos, o barista é o especialista no preparo de cafés espressos, cappuccinos e bebidas à base de espresso. É aquela pessoa que tem técnica e conhecimento para preparar e mostrar ao consumidor a personalidade única e própria de cada café. É para esses profissionais e para todos os apreciadores da bebida que foi escrito "O Guia do Barista: da Origem do Café ao Espresso Perfeito", de autoria de Edgard Bressani, executivo da Ipanema Coffees e primeiro juiz brasileiro certificado internacionalmente pelo WBC - World Barista Championship.
O Guia do Barista, uma publicação da Café Editora, foi lançado no dia 27 de junho em São Paulo, no 2º Espaço Café Brasil, dentro da Fispal Food Service, no Expo Center Norte.
Com grande experiência em café e um apaixonado pela bebida, Edgard Bressani teve a idéia de escrever o Guia do Barista ao constatar que no Brasil não havia nenhuma literatura específica para esses profissionais, o que ocorre também em outros países. Escrito de forma leve, inovadora e objetiva, o livro apresenta, em 10 capítulos distribuídos em 120 páginas, informações que abrangem desde a produção até dicas técnicas sobre como tirar um espresso perfeito e criar drinques à base de café. Aborda também a importância histórica do café no Brasil e no mundo e traz dados completos sobre as competições de baristas.
"Minha proposta é contribuir para a formação dos baristas. Eles precisam ter respostas na ponta da língua para o consumidor cada vez mais antenado e conhecedor do assunto. Infelizmente nem todos têm a oportunidade de visitar uma fazenda, então a idéia foi tentar passar a eles o que de importante há da semente à xícara. Acredito que ajudará muito a esses profissionais, tornando-se o livro de cabeceira deles", diz Bressani.
"O Guia do Barista: da Origem do Café ao Espresso Perfeito" será distribuído pela Café Editora (www.revistaespresso.com.br) nas principais livrarias do país e também em algumas cafeterias. O preço sugerido é de R$ 40,00.
Sobre o autor
Com currículo extenso e grande envolvimento no marketing dos cafés brasileiros, no trabalho dos baristas e na promoção de produtos do Brasil no exterior, Edgard Bressani, 37 anos, natural de Ribeirão Preto (SP), é graduado em Direito e tem MBA em Marketing pela Universidade de São Paulo. É executivo da Ipanema Coffees, maior fazenda produtora de cafés especiais do mundo, que atua em mais de 15 países.
Bressani começou a trabalhar no setor cafeeiro em 2001, tendo sido o Coordenador do Programa Cafés do Brasil, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), do Ministério do Desenvolvimento, até 2004. Nesse período, foi também diretor-executivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), quando organizou e participou de eventos em vários países.
Nestes anos de dedicação à promoção dos cafés especiais brasileiros, conheceu o trabalho dos baristas, organizou o Campeonato Brasileiro de Baristas por 4 anos, fez cursos no Brasil e no exterior e tornou-se o primeiro juiz brasileiro certificado internacionalmente pelo WBC - World Barista Championship. Foi diretor de Normas Técnicas da Associação Campeonato Brasileiro de Barista (ACBB), entidade que ajudou a criar, em 2005; e Juiz Presidente de certames regionais e do Campeonato Brasileiro de Baristas. Bressani também foi membro do Conselho de Relações Internacionais (IRC) da Specialty Coffee Association of America (SCAA) e coordenador do Brazilian Chapter da Speciality Coffee Association of Europe (SCAE) durante os anos de 2003 e 2004.
Fonte: Revista Cultivar
Profissão surgida na Itália e introduzida no Brasil há pouco mais de seis anos, o barista é o especialista no preparo de cafés espressos, cappuccinos e bebidas à base de espresso. É aquela pessoa que tem técnica e conhecimento para preparar e mostrar ao consumidor a personalidade única e própria de cada café. É para esses profissionais e para todos os apreciadores da bebida que foi escrito "O Guia do Barista: da Origem do Café ao Espresso Perfeito", de autoria de Edgard Bressani, executivo da Ipanema Coffees e primeiro juiz brasileiro certificado internacionalmente pelo WBC - World Barista Championship.
O Guia do Barista, uma publicação da Café Editora, foi lançado no dia 27 de junho em São Paulo, no 2º Espaço Café Brasil, dentro da Fispal Food Service, no Expo Center Norte.
Com grande experiência em café e um apaixonado pela bebida, Edgard Bressani teve a idéia de escrever o Guia do Barista ao constatar que no Brasil não havia nenhuma literatura específica para esses profissionais, o que ocorre também em outros países. Escrito de forma leve, inovadora e objetiva, o livro apresenta, em 10 capítulos distribuídos em 120 páginas, informações que abrangem desde a produção até dicas técnicas sobre como tirar um espresso perfeito e criar drinques à base de café. Aborda também a importância histórica do café no Brasil e no mundo e traz dados completos sobre as competições de baristas.
"Minha proposta é contribuir para a formação dos baristas. Eles precisam ter respostas na ponta da língua para o consumidor cada vez mais antenado e conhecedor do assunto. Infelizmente nem todos têm a oportunidade de visitar uma fazenda, então a idéia foi tentar passar a eles o que de importante há da semente à xícara. Acredito que ajudará muito a esses profissionais, tornando-se o livro de cabeceira deles", diz Bressani.
"O Guia do Barista: da Origem do Café ao Espresso Perfeito" será distribuído pela Café Editora (www.revistaespresso.com.br) nas principais livrarias do país e também em algumas cafeterias. O preço sugerido é de R$ 40,00.
Sobre o autor
Com currículo extenso e grande envolvimento no marketing dos cafés brasileiros, no trabalho dos baristas e na promoção de produtos do Brasil no exterior, Edgard Bressani, 37 anos, natural de Ribeirão Preto (SP), é graduado em Direito e tem MBA em Marketing pela Universidade de São Paulo. É executivo da Ipanema Coffees, maior fazenda produtora de cafés especiais do mundo, que atua em mais de 15 países.
Bressani começou a trabalhar no setor cafeeiro em 2001, tendo sido o Coordenador do Programa Cafés do Brasil, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), do Ministério do Desenvolvimento, até 2004. Nesse período, foi também diretor-executivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), quando organizou e participou de eventos em vários países.
Nestes anos de dedicação à promoção dos cafés especiais brasileiros, conheceu o trabalho dos baristas, organizou o Campeonato Brasileiro de Baristas por 4 anos, fez cursos no Brasil e no exterior e tornou-se o primeiro juiz brasileiro certificado internacionalmente pelo WBC - World Barista Championship. Foi diretor de Normas Técnicas da Associação Campeonato Brasileiro de Barista (ACBB), entidade que ajudou a criar, em 2005; e Juiz Presidente de certames regionais e do Campeonato Brasileiro de Baristas. Bressani também foi membro do Conselho de Relações Internacionais (IRC) da Specialty Coffee Association of America (SCAA) e coordenador do Brazilian Chapter da Speciality Coffee Association of Europe (SCAE) durante os anos de 2003 e 2004.
Fonte: Revista Cultivar
Café na Merenda Escolar
LANÇADO PROJETO "CAFÉ NA MERENDA, SAÚDE NA ESCOLA"
Agosto de 2007
O projeto "Café na Merenda, Saúde na Escola", uma iniciativa da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café foi lançado no dia 14 de agosto em Juiz de Fora/MG, numa parceria da empresa Café Toko com a Escola Municipal Eunice Alves Vieira, no Bairro Barbosa Lage, e que conta com o apoio da Secretaria de Educação da Prefeitura. O lançamento foi realizado na sede da escola.
O evento contou com a presença de alunos, professores, do diretor executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, do responsável pelo Comitê Médico - científico do projeto, Darcy Lima, do diretor executivo da Café Toko, Almir Filho (também vice-presidente e diretor de Qualidade da ABIC), do prefeito de Juiz de Fora, Alberto Bejani e de representantes da Secretaria de Educação.
Com caráter social e científico o projeto tem como objetivo auxiliar na disseminação de hábitos de alimentação saudáveis junto aos jovens, além de destacar as propriedades do consumo moderado do café para saúde, divulgando seus benefícios à atividade intelectual, ao aprendizado escolar e à prevenção de doenças. "A proposta é resgatar o saudável hábito do café com leite", diz Nathan Herszkowicz.
A Escola Eunice Alves Vieira conta com 520 alunos de 4 a 12 anos, dos quais 350, da faixa de 6 à 12 anos, participam do projeto. Iniciado no dia 12 de março de 2007, o projeto funcionou no primeiro semestre letivo em caráter "piloto". Durante esse período, a Café Toko e a direção da Escola acompanharam o andamento buscando possíveis adaptações ou necessidades a serem atendidas. O período de experiência afirmou a validade do projeto, refletida na grande aceitação do café na rotina diária de estudantes, educadores e funcionários da escola.
Conforme demonstram estudos científicos, o café estimula o sistema de vigília, a atenção, a concentração e pode ajudar no aprendizado escolar. Além disso, é uma bebida energética natural e que não engorda, não contribuindo, portanto, para o alarmante problema da obesidade infanto-juvenil. "O café não é remédio", diz o Dr. Darcy Lima. Entretanto, a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional, porque previne doenças mantendo a saúde, e nutracêutica, ou seja, combina propriedades nutricionais com farmacêuticas.
"O café possui componentes como sais minerais, açúcares, lipídios, aminoácidos, niacinina ou Vitamina PP e polifenóis antioxidantes, denominados ácidos clorogênicos", enumera o Dr. Darcy. "Após o processo de torra, essas substâncias formam um composto chamado quinídeos, que causa uma série de benefícios para o organismo. Assim, do ponto de vista alimentício, todos esses componentes fazem do café uma bebida natural e saudável", avalia o médico lembrando que, portanto, café não é só cafeína, como muitos pensam.
Fonte: Abic
Agosto de 2007
O projeto "Café na Merenda, Saúde na Escola", uma iniciativa da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café foi lançado no dia 14 de agosto em Juiz de Fora/MG, numa parceria da empresa Café Toko com a Escola Municipal Eunice Alves Vieira, no Bairro Barbosa Lage, e que conta com o apoio da Secretaria de Educação da Prefeitura. O lançamento foi realizado na sede da escola.
O evento contou com a presença de alunos, professores, do diretor executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, do responsável pelo Comitê Médico - científico do projeto, Darcy Lima, do diretor executivo da Café Toko, Almir Filho (também vice-presidente e diretor de Qualidade da ABIC), do prefeito de Juiz de Fora, Alberto Bejani e de representantes da Secretaria de Educação.
Com caráter social e científico o projeto tem como objetivo auxiliar na disseminação de hábitos de alimentação saudáveis junto aos jovens, além de destacar as propriedades do consumo moderado do café para saúde, divulgando seus benefícios à atividade intelectual, ao aprendizado escolar e à prevenção de doenças. "A proposta é resgatar o saudável hábito do café com leite", diz Nathan Herszkowicz.
A Escola Eunice Alves Vieira conta com 520 alunos de 4 a 12 anos, dos quais 350, da faixa de 6 à 12 anos, participam do projeto. Iniciado no dia 12 de março de 2007, o projeto funcionou no primeiro semestre letivo em caráter "piloto". Durante esse período, a Café Toko e a direção da Escola acompanharam o andamento buscando possíveis adaptações ou necessidades a serem atendidas. O período de experiência afirmou a validade do projeto, refletida na grande aceitação do café na rotina diária de estudantes, educadores e funcionários da escola.
Conforme demonstram estudos científicos, o café estimula o sistema de vigília, a atenção, a concentração e pode ajudar no aprendizado escolar. Além disso, é uma bebida energética natural e que não engorda, não contribuindo, portanto, para o alarmante problema da obesidade infanto-juvenil. "O café não é remédio", diz o Dr. Darcy Lima. Entretanto, a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional, porque previne doenças mantendo a saúde, e nutracêutica, ou seja, combina propriedades nutricionais com farmacêuticas.
"O café possui componentes como sais minerais, açúcares, lipídios, aminoácidos, niacinina ou Vitamina PP e polifenóis antioxidantes, denominados ácidos clorogênicos", enumera o Dr. Darcy. "Após o processo de torra, essas substâncias formam um composto chamado quinídeos, que causa uma série de benefícios para o organismo. Assim, do ponto de vista alimentício, todos esses componentes fazem do café uma bebida natural e saudável", avalia o médico lembrando que, portanto, café não é só cafeína, como muitos pensam.
Fonte: Abic
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